segunda-feira, 19 de setembro de 2016
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
Chick Corea Freedom Band - Live
Chick Corea (piano)
Kenny Garrett (saxophone)
Christian McBride (bass)
Roy Haynes (drums)
Guest: Roy Hargrove (trumpet)
Kenny Garrett (saxophone)
Christian McBride (bass)
Roy Haynes (drums)
Guest: Roy Hargrove (trumpet)
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Charlie Parker Quartet - I'll Walk Alone
Charlie Parker (alto sax),
Red Garland (piano),
Bernie Griggs (bass),
Roy Haynes (drums)
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
John Coltrane and Johnny Hartman
Johnny Hartman – vocals
John Coltrane – tenor sax
McCoy Tyner – piano
Jimmy Garrison – double bass
Elvin Jones – drums
domingo, 4 de setembro de 2016
Peter Erskine with Adesso: A Bird Sings
Dedicated to the memory of the late Canadian percussionist and composer John Wyre.
"The bird does not sing because it has an anwser; it sings because it has a song."
in Erskine, No Beethoven, p. 214.
sábado, 3 de setembro de 2016
Sarah Vaughan And Her Trio – Swingin' Easy
Vocals – Sarah Vaughan
Bass – Joe Benjamin
Drums – Roy Haynes
Piano – Jimmy Jones
Bass – Joe Benjamin
Drums – Roy Haynes
Piano – Jimmy Jones
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
Steps Ahead live In Copenhagen
Michael Brecker (Tenor sax)
Mike Mainieri (Vibes)
Eliane Elias (Piano)
Eddie Gomez (Bass)
Peter Erskine (Drums)
terça-feira, 30 de agosto de 2016
sábado, 27 de agosto de 2016
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
John Coltrane - My Favorite Things (Live at Newport Jazz Festival)
John Coltrane: soprano and tenor saxophone;
McCoy Tyner: piano;
Jimmy Garrison: bass;
Roy Haynes: drums
sábado, 13 de agosto de 2016
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
terça-feira, 9 de agosto de 2016
Sonny Rollins - Live In Denmark
Sax - Sonny Rollins
Bass - Niels-Henning Ørsted Pedersen
Drums - Alan Dawson
Piano - Kenny Drew
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
Miles Davis – Seven Steps To Heaven
Trumpet – Miles Davis
Tenor Saxophone – George Coleman
Bass – Ron Carter
Drums [Cal.] – Frank Butler (tracks: A1, A3, B2)
Drums [N.Y.] – Anthony Williams (tracks: A2, B1, B3)
Piano [Cal.] – Victor Feldman (tracks: A1, A3, B2)
Piano [N.Y.] – Herbie Hancock (tracks: A2, B1, B3)
A1 Basin Street Blues
A2 Seven Steps To Heaven
A3 I Fall In Love Too Easily
B1 So Near, So Far
B2 Baby Won't You Please Come Home
B3 Joshua
domingo, 7 de agosto de 2016
Dizzy’s Big 4
Dizzy Gillespie - trumpet
Joe Pass - guitar
Ray Brown - bass
Mickey Roker - drums
01 "Frelimo" - 00:00
02 "Hurry Home" (Buddy Bernier, Joseph Meyer, Robert D. Emmerich) - 08:12
03 "Russian Lullaby" (Irving Berlin) - 14:35
04 "Be Bop (Dizzy's Fingers)" - 21:24
05 "Birk's Works" - 25:55
06 "September Song" (Maxwell Anderson, Kurt Weill) - 34:48
07 "Jitterbug Waltz" (Fats Waller) - 37:36
02 "Hurry Home" (Buddy Bernier, Joseph Meyer, Robert D. Emmerich) - 08:12
03 "Russian Lullaby" (Irving Berlin) - 14:35
04 "Be Bop (Dizzy's Fingers)" - 21:24
05 "Birk's Works" - 25:55
06 "September Song" (Maxwell Anderson, Kurt Weill) - 34:48
07 "Jitterbug Waltz" (Fats Waller) - 37:36
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
quarta-feira, 20 de julho de 2016
domingo, 17 de julho de 2016
sábado, 16 de julho de 2016
Cannonball Adderley Quintet - Jazz Casual
Nat Adderley, cornet;
Cannonball Adderley, alto sax;
Joe Zawinul, piano;
Sam Jones, acoustic double bass;
Louis Hayes, drums.
Cannonball Adderley, alto sax;
Joe Zawinul, piano;
Sam Jones, acoustic double bass;
Louis Hayes, drums.
quinta-feira, 14 de julho de 2016
terça-feira, 12 de julho de 2016
segunda-feira, 4 de julho de 2016
quarta-feira, 29 de junho de 2016
segunda-feira, 27 de junho de 2016
domingo, 19 de junho de 2016
quarta-feira, 15 de junho de 2016
terça-feira, 14 de junho de 2016
Eric Dolphy - It's Magic
Eric Dolphy (Alto Saxophone, Bass Clarinet, Flute)
Booker Little (Trumpet)
Ron Carter (Bass)
Roy Haynes (Drums)
Jaki Byard (Piano)
quinta-feira, 9 de junho de 2016
Stan Getz Quartet - Jazz Goes to College
Stan Getz - tenor sax
Gary Burton - vibraphone
Steve Swallow - bass
Roy Haynes - drums
terça-feira, 7 de junho de 2016
sexta-feira, 3 de junho de 2016
quarta-feira, 25 de maio de 2016
terça-feira, 24 de maio de 2016
domingo, 22 de maio de 2016
quarta-feira, 18 de maio de 2016
sábado, 14 de maio de 2016
Duplex: Gerry Mulligan Sextet - Prelude in E Minor / Eric Reed - Prelude In E Minor
Art Farmer (flugelhorn),
Bob Brookmeyer (valve-trombone),
Gerry Mulligan (baritone sax, arrange),
Jim Hall (guitar),
Bill Crow (bass),
Dave Bailey (drums)
Eric Reed - Piano
Dwayne Burno - Bass
Cecil Brooks III - Drums
Dwayne Burno - Bass
Cecil Brooks III - Drums
quinta-feira, 12 de maio de 2016
quarta-feira, 11 de maio de 2016
terça-feira, 10 de maio de 2016
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Charles Mingus - Goodbye Pork Pie Hat
Live at Montreux 1975
Charles Mingus [b]
Don Pullen [p]
George Adams [s]
Gerry Mulligan [bs]
Benny Bailey [t]
Danny Richmond [d]
terça-feira, 3 de maio de 2016
segunda-feira, 2 de maio de 2016
a man of high degree
'Minkus Finkus! I heard you was here, I knewed you'd come!'
'I been here awhile, Fats.'
'I know, I heard. Come on backstage and meet the folks. You losed a lot of weight too, huh, Mingus? Look at me - I made a record with Jacquet under the name of Slim Romero, how 'bout that! Bilie, here's Ming!'
'Mingus, honey! You on the show?'
'Just come to listen, Billie.'
'Give me some sugar, baby - mmmmm! Want to gig? Norman needs another bass man on the show, you know?'
'that would do me good, Billie.'
'How're you doing with your girls?'
That's all over. It was too much for a man of high degree.'
'Remember that song I wrote for you, Billie - "Eclipse"? You never did sing it.'
'Go home and get your bass and bring the song with you. You're working, 'cause I'm the star of the show and I say so.'
Charles Mingus, Beneath the Underdog, Canongate Books, 2011, p. 308-309.
sábado, 30 de abril de 2016
sexta-feira, 29 de abril de 2016
terça-feira, 26 de abril de 2016
segunda-feira, 25 de abril de 2016
quarta-feira, 20 de abril de 2016
terça-feira, 19 de abril de 2016
segunda-feira, 18 de abril de 2016
domingo, 17 de abril de 2016
quinta-feira, 14 de abril de 2016
domingo, 10 de abril de 2016
sábado, 9 de abril de 2016
sexta-feira, 8 de abril de 2016
viver uma vida boa e digna de ser vivida
"E hoje, enfraquecido, sem fôlego, com os músculos outrora firmes debilitados pelo cancro, dou por mim a pensar, cada vez mais, não no sobrenatural ou no espiritual, mas no que significa viver uma vida boa e digna de ser vivida, de modo que nos sintamos em paz connosco. Descubro que os meus pensamentos se voltam para o Sabat, o dia de repouso, o sétimo dia da semana, e talvez também o sétimo dia da nossa própria vida, quando sentimos que fizemos o nosso trabalho e que, com a consciência em paz, podemos descansar."
Oliver Sacks, Gratidão, Relógio D'Água, 2016, p.47.
quarta-feira, 6 de abril de 2016
terça-feira, 5 de abril de 2016
segunda-feira, 4 de abril de 2016
domingo, 3 de abril de 2016
quinta-feira, 31 de março de 2016
Kenny Garrett - Equinox
Kenny Garrett - alto saxophone
Pat Metheny - guitar
Rodney Whitaker - bass
Brian Blade - drums
Oh, Kertész is dead
Oh, Kertész is dead
Eco is dead
Sacks is dead
Oh, show me in the face
something new about Kertész.
Eco is studing
Sacks is writing
Oh, show me the way
to the next dead man.
Yeah, show me in the face
now that we can no more
that I me still breathing.
Eco is dead
Sacks is dead
Oh, show me in the face
something new about Kertész.
Eco is studing
Sacks is writing
Oh, show me the way
to the next dead man.
Yeah, show me in the face
now that we can no more
that I me still breathing.
segunda-feira, 21 de março de 2016
domingo, 20 de março de 2016
sábado, 19 de março de 2016
quinta-feira, 17 de março de 2016
sábado, 12 de março de 2016
Estados de espírito
Oliver Sacks, Em movimento - Uma Vida, Relógio D'Água, 2015, p.320."Sou um contador de histórias, para o melhor e para o pior. Suspeito que a sensibilidade para histórias, para narrativas, é uma predisposição universal, nos seres humanos, tão universal como a capacidade linguística, a consciência de si próprio e a memória autobiográfica.O ato de escrever, quando corre bem, proporciona-me um prazer, uma alegria, que não tem comparação com mais nada. Conduz-me para outro lugar - independentemente do assunto -, onde me absorvo por inteiro e esqueço pensamento distrativos, cuidados, preocupações, e até o próprio passar das horas. Nesses raros mas divinais estados de espírito, posso escrever sem interrupções até deixar de conseguir ver a página. Só então me dou conta de que a noite caiu e de que estive o dia todo a escrever.Ao longo duma vida, escrevi milhões de palavras, mas o ato de escrever parece-me sempre tão novo, e tão divertido, como no dia em que comecei, há quase setenta anos."
quinta-feira, 10 de março de 2016
terça-feira, 8 de março de 2016
Art Blakey & The Jazz Messengers - A Night In Tunisia
Drums: Art Blakey
Trumpet: Lee Morgan
Sax: Benny Golson
Piano: Bobby Timmons
Bass: Jymie Merritt
Trumpet: Lee Morgan
Sax: Benny Golson
Piano: Bobby Timmons
Bass: Jymie Merritt
segunda-feira, 7 de março de 2016
sábado, 5 de março de 2016
quinta-feira, 3 de março de 2016
Render a alma
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| Meursius |
"M. M. pega nas estampas de Mersius, onde havia belos combates amorosos entre mulheres, e, lançando-me um olhar malicioso, pergunta-me se quero que ela mande acender a lareira no quarto da alcova; percebendo a sua ideia, respondo-lhe que tal me daria prazer porque, como a cama era grande, poderíamos deitar-nos lá os três. Ela receou que eu pudesse suspeitar de que o amigo estivesse no esconderijo. Assim, põe-se a mesa diante da alcova e eis-me descansado quanto à suspeita de ser visto. Servem-nos e ceamos com vivíssimo apetite. M. M. ensinava C. C. a preparar o ponche. Com elas à minha frente, admirava o progresso da beleza de C. C."
O mundo dos meus olhos
Kraus foi ao médico que, olhando para uma chapa dos seus pulmões, lhe disse que não via nada de especial. Kraus sentiu uma nesga de alívio mas não deixou de registar como os médicos podem ser uma desilusão.
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
gratificações subjectivas e ordem na consciência
"Existem duas palavras cujo significado reflecte a nossa atitude relativamente aos níveis de compromisso com actividades mentais ou físicas. Estes termos são amador e diletante. Actualmente, estes rótulos são um pouco depreciativos. Um amador ou um diletante é alguém que não está muito a par, uma pessoa que não se leva muito a sério ou cuja actuação não se conforma com as normas profissionais. Originalmente, contudo, «amador», do latim amare, «amar», referia-se a uma pessoa que gostava do que fazia. Do mesmo modo, um «diletante», do latim delectare, «deleitar-se», era alguém que desfrutava de uma actividade. Os significados primitivos destas palavras reportavam-se, portanto, mais à experiência do que à realização; descreviam as gratificações subjectivas que se obtinham por fazer coisas, e não a forma como elas estavam a ser realizadas. Nada ilustra melhor a nossa mudança de atitude relativamente à experiência como o destino destas duas palavras. Tempos houve em que era admirável ser-se poeta amador ou cientista diletante, porque isso significava que a qualidade de vida podia ser melhorada pela dedicação a essas actividades. Gradualmente, contudo, aumentou a ênfase dada ao valor do comportamento em desprestígio dos estados subjectivos; o que se admira é o sucesso, a realização, a qualidade da execução e não a qualidade da experiência. Consequentemente, tornou-se embaraçoso ser-se chamado diletante, embora ser um diletante signifique alcançar o que é mais importante - o desfrute que as acções possibilitam.
É verdade que o tipo de aprendizagem diletante fomentada aqui pode ser abalada mais facilmente do que a disciplina profissional, se quem aprende descurar o objectivo que o motiva. Leigos com interesses pessoais viram-se para a pseudociência para conseguir os seus intentos e, muitas vezes, os seus esforços quase não se distinguem dos amadores intrinsecamente motivados.
Mihaly Csikszentmihalyi, Fluir, (tr. M. A.), Relógio D´Água, 1999, pp. 192-4.O interesse na história das origens étnicas, por exemplo, pode ser facilmente pervertido por uma procura de provas de superioridade relativamente a outros grupos. O movimento nazi, na Alemanha, recorreu à antropologia, à história, à anatomia, à língua, à biologia e à filosofia para forjar a teoria da supremacia da raça ariana. Académicos profissionais também foram apanhados por este projecto duvidoso apesar de ter sido inspirado por amadores e de ser regido por regras que pertenciam à política e não à ciência.(...)A má conotação que os termos amador e diletante adquiriram ao longo dos anos deve-se, em larga medida, ao esbatimento da distinção entre objectivos intrínsecos e extrínsecos. Um amador que julga saber tanto como um profissional está provavelmente errado e pretende ludibriar-nos. O objectivo de um cientista amador não é competir com profissionais no seu terreno, mas utilizar uma disciplina simbólica para alargar as suas faculdades mentais e criar ordem na consciência. A este nível, o conhecimento amador tem o seu lugar e pode mesmo ser mais eficaz do que o seu parceiro profissional. Mas, logo que o amador perde de vista este objectivo e utiliza o conhecimento principalmente para alimentar o ego ou obter benefícios materiais, torna-se numa caricatura do académico. Sem formação na disciplina do cepticismo e da crítica recíproca subjacentes ao método científico, as pessoas comuns que se aventuram nos domínios do conhecimento com objectivos preconceituosos podem tornar-se mais cruéis e mais ostensivamente indiferentes à verdade do que o académico mais corrupto."
domingo, 21 de fevereiro de 2016
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