domingo, 1 de julho de 2012
Vermeer, Man and woman drinking wine/c.1660
Por sugestão de uma colagem feita por uma criança em Theresienstadt e exposta na sinagoga Pinkas, no museu Judaico.
sábado, 30 de junho de 2012
Videoart
Por sugestão de uma video instalação de DOUGLAS GORDON sobre o tema do doppelgänger.
Dr. Jekyll and Mr. Hyde (Rouben Mamoulian 1931)
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Vltava - de uma margem para a outra
"Por detrás da sua fisionomia de parque tranquilo onde as pessoas se descontraem, alugam um barco ou almoçam no Zofin, a ilha Eslava encerra recordações maravilhosas. Dos anos 1830 a 1880, o pavilhão Zofin (Sofia) foi igualmente um farol da vida cultural e mundana da cidade. Antes da construção do Rudolfinum, os seus bailes e concertos eram os mais apreciados de Praga. Ali actuaram Berlioz, Listz, Tchaikovsky, Wagner, e foi ali que Smetana fez ouvir pela primeira vez o seu vasto fresco sinfónico Má Vlast (A minha Pátria), na segunda estrofe do poema dedicado ao Vltava (Moldau)."
(Guillaume Sorel e Christine Coste, Praga - Percursos, p.95)
sábado, 23 de junho de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
ser a própria luz
"
Onde estáveis quando lancei os fundamentos da Terra?
Para o universo, o passado não desaparece. Nós não vemos como o universo era outrora olhando para a luz que nos chega do passado do universo - de lá de fora. A luz das estrelas distantes convence-nos de que existem objectos como as estrelas, e o estudo repetido da luz recebida de muitas estrelas convence-nos de que o universo físico se tornou uma hierarquia constituída por elas.
Onde estáveis quando lancei os fundamentos da Terra?
Job 38:4
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Para o universo, o passado não desaparece. Nós não vemos como o universo era outrora olhando para a luz que nos chega do passado do universo - de lá de fora. A luz das estrelas distantes convence-nos de que existem objectos como as estrelas, e o estudo repetido da luz recebida de muitas estrelas convence-nos de que o universo físico se tornou uma hierarquia constituída por elas.
Olhar lá para fora para o espaço é o mesmo que olhar para trás no tempo. A luz do passado mais remoto do universo chega como radiação de microondas, a CMB [radiação cósmica de fundo], um ténue retrato do universo tal como era 400 000 anos após o Big Bang. É também em parte, o retrato mais ténue daquilo que fomos outrora. A CMB é um mapa do todo e, a partir desse todo, evoluiu o todo do universo do século XXI. Fazer de novo a pergunta - Em que está contido o universo? - deverá provocar respostas curiosas. Nunca poderemos atingir o local em que estávamos há 13 700 milhões de anos. O universo está em expansão e levando as suas origens para cada vez mais longe. Mesmo que pudéssemos viajar à velocidade da luz, o horizonte leva já um avanço de 13 700 milhões de anos. Em qualquer dos casos, para viajarmos à velocidade da luz, teríamos que ser a própria luz: paradoxalmente, pareceria não haver para nós o tempo a passar. Nós não conseguimos ver a radiação que se está a afastar de nós à velocidade da luz. Os objectos mais distantes que estão ainda visíveis são os quasares, a afastarem-se de nós à velocidade de 93% da velocidade da luz. A fronteira do universo é na realidade um horizonte; mas é impossível dizer um horizonte de quê. Se nos fosse possível aproximármo-nos fisicamente do horizonte para vermos o que está para além dele, aquilo que lá estivesse não se pareceria em nada com o universo visível, tal como é presentemente descrito."
(Cristopher Potter, Você está aqui - uma história portátil do universo, casa das Letras, 2009, pp.191-192. Tradução não muito cuidada de uma excelente introdução ao Universo a partir do nada!)
quarta-feira, 13 de junho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
"It took chickens almost a century to learn not to cross the road"
Jean-Philippe de Tonnac. Let's come back to the changes in technology that may or may not persuade us to leave the book behind. Today's media formats are definitely more fragile and less long-lasting than our wonderfully tenacious incunabula. And yet, whether we like it or not, these new tools are having a profound effect on our thought patterns, and gradually altering them from those engendered by the book.
Umberto Eco. The speed with which technology reinvents itself has forced us into an unsustainably reorganization of our mental habits. We feel the need to buy a new computer every couple of years, precisely because they are designed to become obsolete after a certain time, and to be more expensive to repair than to replace. (...) And every new piece of technology requires the acquisition of a new system of reflexes, which in turn requires effort on our part, and all of this on a shorter and shorter cycle. It took chickens almost a century to learn not to cross the road. In the end, the species did adapt to the new traffic conditions. But we don't have that kind of time.
Jean-Claude Carrière. But is it even possible to adapt to a rythim that is accelerating to this pointless degree? Take the example of film editing. Music videos have increased the pace of editing to such an extent that it simply can't go any faster. You wouldn't be able to see the images. I give this example to show how a cycle is created in which a media format gives birth to its own language, which in turn forces the format to evolve, and so on, in ever more hasting and hurried circles. In today's Hollywood 'action' films no shot lasts more than three seconds. It's become a kind of rule. A man goes home, opens the door, hangs up his coat and goes upstairs. Nothing happens, he isn't under any threat, and yet the sequence is cut into eighteen shots. As if the technology is dictating the action, as if the action was in the camera itself, rather than what it depicts.
Umberto Eco & Jean-Claude Carrière (2011). This is not the end of the book; (tr.P. McLean).
London: Vintage Books, pp. 39-40.
domingo, 10 de junho de 2012
sexta-feira, 8 de junho de 2012
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